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Com Jesus



Com Jesus
a fraqueza é força;
a pobreza é riqueza;
a deficiência é suprimento;
a dor é remédio;
o sofrimento é alívio;
o silêncio é pregação;
a derrota é vitória;
a humilhação é sublimação;
a calúnia é elogio;
a perseguição é engrandecimento;
a guerra externa é paz interna;
a penúria é abundância;
a fome é alimento;
a sede é conforto;
o trabalho é repouso;
o cançaço é renovação;
as trevas são luzes;
o castigo é recompensa;
a vergonha é glória;
o inferno é céu;
a morte é vida.

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Oração do índio Sioux

Grande espírito cuja voz distingo nos ventos
E cujo sopro dá vida ao mundo inteiro,
Ouve-me...

Ponho-me na tua frente
Como um dos teus inúmeros filhos
Vê, sou pequeno, sou fraco,
Preciso da tua força
Preciso do teu saber.

Deixa-me caminhar na beleza
E deixa os meus olhos sempre contemplarem
O purpúreo por do sol

Que minhas mãos zelem
Pelas coisas que criastes
E que meus ouvidos ouçam
A tua voz

Fazei-me sábio, para eu aprender
As coisas que ensinastes ao meu povo
E que ocultaste em cada folha,
Em cada pedra.

Não desejo a força
Para impor-me aos meus irmãos
Desejo-a para poder lutar
Contra o meu inimigo
Eu próprio...

Fazei com que eu esteja sempre pronto
Para que eu possa ir ao teu encontro
De mãos limpas e olhos leais.

E quando o meu espírito se for
Assim como se vai o sol ao fim do dia
Possa ele chegar a ti
Sem precisar se envergonhar.

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Pela Fé
HISTÓRIA DA VIDA E MARTÍRIO DE SÃO SEBASTIÃO

Protetor contra peste, fome e guerras Data de comemoração: 20 de Janeiro

São Sebastião nasceu em Narvonne, França, no final do século III, e desde muito cedo seus pais se mudaram para Milão, onde ele cresceu e foi educado. Seguindo o exemplo materno, desde criança São Sebastião sempre se mostrou forte e piedoso na fé.

Atingindo a idade adulta, alistou-se como militar, nas legiões do Imperador Diocleciano, que até então ignorava o fato de Sebastião ser um cristão de coração. A figura imponente, a prudência e a bravura do jovem militar, tanto agradaram ao Imperador, que este o nomeou comandante de sua guarda pessoal. Nessa destacada posição, Sebastião se tornou o grande benfeitor dos cristãos encarcerados em Roma naquele tempo. Visitava com freqüência as pobres vítimas do ódio pagão, e, com palavras de dádiva, consolava e animava os candidatos ao martírio aqui na terra, que receberiam a coroa de glória no céu.

Enquanto o imperador empreendia a expulsão de todos os cristãos do seu exército, Sebastião foi denunciado por um soldado. Diocleciano sentiu-se traído, e ficou perplexo ao ouvir do próprio Sebastião que era cristão. Tentou, em vão, fazer com que ele renunciasse ao cristianismo, mas Sebastião com firmeza se defendeu, apresentando os motivos que o animava a seguir a fé cristã, e a socorrer os aflitos e perseguidos.

O Imperador, enraivecido ante os sólidos argumentos daquele cristão autêntico e decidido, deu ordem aos seus soldados para que o matassem a flechadas. Tal ordem foi imediatamente cumprida: num descampado, os soldados despiram-no, o amarraram a um tronco de árvore e atiraram nele uma chuva de flechas. Depois o abandonaram para que sangrasse até a morte.

À noite, Irene, mulher do mártir Castulo, foi com algumas amigas ao lugar da execução, para tirar o corpo de Sebastião e dar-lhe sepultura. Com assombro, comprovaram que o mesmo ainda estava vivo. Desamarraram-no, e Irene o escondeu em sua casa, cuidando de suas feridas. Passado um tempo, já restabelecido, São Sebastião quis continuar seu processo de evangelização e, em vez de se esconder, com valentia apresentou-se de novo ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusados de inimigos do Estado.

Diocleciano ignorou os pedidos de Sebastião para que deixasse de perseguir os cristãos, e ordenou que ele fosse espancado até a morte, com pauladas e golpes de bolas de chumbo. E, para impedir que o corpo fosse venerado pelos cristãos, jogaram-no no esgoto público de Roma.

Uma piedosa mulher, Santa Luciana, sepultou-o nas catacumbas. Assim aconteceu no ano de 287. Mais tarde, no ano de 680, suas relíquias foram solenemente transportados para uma basílica construída pelo Imperador Constantino, onde se encontram até hoje. Naquela ocasião, uma terrível peste assolava Roma, vitimando muitas pessoas. Entretanto, tal epidemia simplesmente desapareceu a partir do momento da transladação dos restos mortais desse mártir, que passou a ser venerado como o padroeiro contra a peste, fome e guerra.

As cidades de Milão, em 1575 e Lisboa, em 1599, acometidas por pestes epidêmicas, se viram livres desses males, após atos públicos suplicando a intercessão deste grande santo. São Sebastião é também muito venerado em todo o Brasil, onde muitas cidades o tem como padroeiro, entre elas, o Rio de Janeiro .

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Verbos Úteis

Assiste, e compreende;
compreende, e releva;
releva, e ajuda;
ajuda, e consola;
consola, e edifica;
edifica, e sustenta;
sustenta, e fortalece;
fortalece, e vivifica;
vivifica, e serve;
serve, e perdoa;
perdoa, e ama;
ama, e dá;
dá, e esquece.

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